Salles nega ruptura com Bolsonaro, mas critica “DNA do centrão” do PL

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Salles nega ruptura com Bolsonaro, mas critica “DNA do centrão” do PL

O deputado federal Ricardo Salles (Novo) afirmou, em entrevista ao Bastidores CNN desta segunda-feira (15), que não existe ruptura entre ele e Jair Bolsonaro, nem com o bolsonarismo. Segundo Salles, sua saída do PL foi motivada por discordâncias com o que chamou de “DNA do centrão”, personificado, em sua avaliação, pelo presidente do partido Valdemar Costa Neto.

“Eu não concordo com essa adesão à postura do centrão. O Valdemar Costa Neto é o centrão pronto e acabado, o centrão que a gente vê envolvido em todos os escândalos do Brasil nos últimos 40 anos”, afirmou o deputado.

Ele listou casos como esquema de bets, o INSS e o Banco Master, além de afirmar que o centrão tenta se apropria da direita para crescer eleitoralmente.

Salles argumentou ainda que, apesar de os deputados mais votados do PL serem bolsonaristas, como Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli e Nikolas Ferreira, o comando efetivo do partido estaria nas mãos dos chamados “valdemaristas”. “Com o seu DNA de centrão da velha política”, afirmou.

Migração para o Partido Novo

O deputado explicou que percebeu, durante o processo eleitoral para a Prefeitura de São Paulo, que candidatos sem ligação com Valdemar Costa Neto não teriam espaço para disputar cargos majoritários dentro do PL.

Na ocasião, Salles afirmou que chegou a registrar entre 18% e 19% nas pesquisas para a disputa pela prefeitura, próximo ao então candidato à reeleição Ricardo Nunes. Mesmo assim, segundo ele, Valdemar optou por apoiar Nunes, preservando relações políticas com a estrutura da prefeitura.

Diante desse cenário, Salles migrou para o Partido Novo com a garantia de disputar o Senado ou, eventualmente, o governo do estado, caso Tarcísio de Freitas saísse como candidato à Presidência.

“A melhor companhia que o PL pode ter, ao contrário do que o Eduardo [Bolsonaro] disse, com mais gente decente e preparada, que verdadeiramente acredita nos valores que diz que acredita, é o Novo”, defendeu o deputado.

Salles é pré-candidato ao Senado Federal pelo estado de São Paulo e defendeu que sua trajetória política antecede o período em que integrou o governo federal. “Antes de ter sido ministro do Bolsonaro, fui secretário de Estado aqui em São Paulo mais de uma vez”, afirmou.

Flávio e Vorcaro

Sobre as revelações envolvendo Flávio Bolsonaro e o caso do Banco Master, Salles criticou a proximidade de Flávio com Daniel Vorcaro, incluindo uma visita após a prisão domiciliar do ex-banqueiro.

O deputado disse ser “inadmissível” manter esse nível de intimidade com alguém que, segundo ele, já era amplamente conhecido por irregularidades à época dos contatos. “Ficou muito ruim para o Flávio Bolsonaro”, afirmou Salles.

Ainda assim, o deputado admite preferir o filho de Jair Bolsonaro a Lula, avaliando que o grupo que cuidaria da economia numa candidatura de Flávio seria melhor do que o do atual governo.

“Mas que essa postura e essa promiscuidade, essa proximidade toda, ela é indesejável e é absurda, ela é. Não tem como negar isso“, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

O deputado federal Ricardo Salles (Novo) afirmou, em entrevista ao Bastidores CNN desta segunda-feira (15), que não existe ruptura entre ele e Jair Bolsonaro, nem com o bolsonarismo. Segundo Salles, sua saída do PL foi motivada por discordâncias com o que chamou de “DNA do centrão”, personificado, em sua avaliação, pelo presidente do partido Valdemar Costa Neto.

“Eu não concordo com essa adesão à postura do centrão. O Valdemar Costa Neto é o centrão pronto e acabado, o centrão que a gente vê envolvido em todos os escândalos do Brasil nos últimos 40 anos”, afirmou o deputado.

Ele listou casos como esquema de bets, o INSS e o Banco Master, além de afirmar que o centrão tenta se apropria da direita para crescer eleitoralmente.

Salles argumentou ainda que, apesar de os deputados mais votados do PL serem bolsonaristas, como Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli e Nikolas Ferreira, o comando efetivo do partido estaria nas mãos dos chamados “valdemaristas”. “Com o seu DNA de centrão da velha política”, afirmou.

Migração para o Partido Novo

O deputado explicou que percebeu, durante o processo eleitoral para a Prefeitura de São Paulo, que candidatos sem ligação com Valdemar Costa Neto não teriam espaço para disputar cargos majoritários dentro do PL.

Na ocasião, Salles afirmou que chegou a registrar entre 18% e 19% nas pesquisas para a disputa pela prefeitura, próximo ao então candidato à reeleição Ricardo Nunes. Mesmo assim, segundo ele, Valdemar optou por apoiar Nunes, preservando relações políticas com a estrutura da prefeitura.

Diante desse cenário, Salles migrou para o Partido Novo com a garantia de disputar o Senado ou, eventualmente, o governo do estado, caso Tarcísio de Freitas saísse como candidato à Presidência.

“A melhor companhia que o PL pode ter, ao contrário do que o Eduardo [Bolsonaro] disse, com mais gente decente e preparada, que verdadeiramente acredita nos valores que diz que acredita, é o Novo”, defendeu o deputado.

Salles é pré-candidato ao Senado Federal pelo estado de São Paulo e defendeu que sua trajetória política antecede o período em que integrou o governo federal. “Antes de ter sido ministro do Bolsonaro, fui secretário de Estado aqui em São Paulo mais de uma vez”, afirmou.

Flávio e Vorcaro

Sobre as revelações envolvendo Flávio Bolsonaro e o caso do Banco Master, Salles criticou a proximidade de Flávio com Daniel Vorcaro, incluindo uma visita após a prisão domiciliar do ex-banqueiro.

O deputado disse ser “inadmissível” manter esse nível de intimidade com alguém que, segundo ele, já era amplamente conhecido por irregularidades à época dos contatos. “Ficou muito ruim para o Flávio Bolsonaro”, afirmou Salles.

Ainda assim, o deputado admite preferir o filho de Jair Bolsonaro a Lula, avaliando que o grupo que cuidaria da economia numa candidatura de Flávio seria melhor do que o do atual governo.

“Mas que essa postura e essa promiscuidade, essa proximidade toda, ela é indesejável e é absurda, ela é. Não tem como negar isso“, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

 

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