Com aumento da oferta, preço do cacau recua 3,93% em Nova York
Os contratos futuros de cacau encerraram a sessão desta segunda-feira (27) em queda de 3,93% na Bolsa de Nova York. O vencimento para julho foi negociado a US$ 3.296 por tonelada.
Segundo o Barchart, o recuo dos preços reflete um cenário de oferta robusta combinado a sinais de enfraquecimento na demanda global. Na Costa do Marfim, maior produtor mundial, os embarques acumulados somaram 1,51 milhão de toneladas no atual ano comercial, 1º de outubro de 2025 a 19 de abril de 2026, alta de 0,7% em relação ao mesmo período do ciclo anterior, reforçando a percepção de maior disponibilidade do produto no mercado.
Do lado da demanda, os indicadores seguem pressionando as cotações. Dados da Circana apontam que as vendas de chocolates na América do Norte recuaram 1,3% nas 13 semanas encerradas em 22 de março, na comparação anual.
Café
Os preços futuros do café arábica também finalizaram a sessão de segunda-feira (27) com baixas na bolsa de Nova York, em que o vencimento para julho registrou queda de 2,17% e está precificado em US$ 2,885 por libra-peso.
O barchart apontou que os preços do café fecharam em forte queda nesta sessão em meio às expectativas de uma oferta global abundante de café antes da próxima safra brasileira. Na última terça-feira, o preço do café arábica caiu para a mínima em 1,75 meses, em meio às expectativas de uma safra recorde de café no Brasil.
Por outro lado, o início da colheita da safra de café no Brasil já contribui para garantir o abastecimento do mercado, reduzindo o risco de impactos causados por eventuais choques climáticos, afirmou o estrategista da Kucrop Analytics, Lukas Kuemmerle.
Açúcar
Os vencimentos futuros do açúcar iniciaram a sessão operando com ganhos na Bolsa de Nova York, mas encerrou a dia com perda de 0,99% para o contrato com entrega para julho do açúcar para entrega em julho e ficou precificado em US$ 13,97 por libra-peso.
Segundo as informações do Barchart, a queda foi motivada por expectativas de uma safra recorde de açúcar no Brasil que tem limitando o potencial de alta no curto prazo. “Os preços do açúcar subiram inicialmente na segunda-feira, com os contratos em Nova York atingindo a maior cotação em duas semanas”, informou o Barchart.
As usinas devem destinar a maior produção para etanol nesta safra após os preços da gasolina subirem para a maior cotação em 3,75 anos. Diante desse cenário, a oferta de açúcar deve ficar mais restrita.
Suco de laranja
Os vencimentos futuros do suco de laranja fecharam em alta no início desta semana com ganhos na Bolsa de Nova York, em que o contrato para entrega em julho fechou cotado a US$ 1.635,00 por tonelada e registrou avanço 0,93%.
Algodão
Já os contratos futuros do algodão fecharam a sessão na Bolsa de Nova York com leve alta de 0,28% para o vencimento para julho e finalizou cotado a US$ 79,58 por libra-peso.
O mercado acompanha as expectativas o aumento de novos contratos em abertos para o produto, em que na semana que terminou em 21 de abril, houve um acréscimo de 17.639 contratos negociados. “Esse saldo líquido de posições compradas era de 34.464 contratos na semana anterior, o maior em quase dois anos”, informou o Barchart.
Algodão brasileiro mira acordo comercial para avançar na Índia
Os contratos futuros de cacau encerraram a sessão desta segunda-feira (27) em queda de 3,93% na Bolsa de Nova York. O vencimento para julho foi negociado a US$ 3.296 por tonelada.
Segundo o Barchart, o recuo dos preços reflete um cenário de oferta robusta combinado a sinais de enfraquecimento na demanda global. Na Costa do Marfim, maior produtor mundial, os embarques acumulados somaram 1,51 milhão de toneladas no atual ano comercial, 1º de outubro de 2025 a 19 de abril de 2026, alta de 0,7% em relação ao mesmo período do ciclo anterior, reforçando a percepção de maior disponibilidade do produto no mercado.
Do lado da demanda, os indicadores seguem pressionando as cotações. Dados da Circana apontam que as vendas de chocolates na América do Norte recuaram 1,3% nas 13 semanas encerradas em 22 de março, na comparação anual.
Café
Os preços futuros do café arábica também finalizaram a sessão de segunda-feira (27) com baixas na bolsa de Nova York, em que o vencimento para julho registrou queda de 2,17% e está precificado em US$ 2,885 por libra-peso.
O barchart apontou que os preços do café fecharam em forte queda nesta sessão em meio às expectativas de uma oferta global abundante de café antes da próxima safra brasileira. Na última terça-feira, o preço do café arábica caiu para a mínima em 1,75 meses, em meio às expectativas de uma safra recorde de café no Brasil.
Por outro lado, o início da colheita da safra de café no Brasil já contribui para garantir o abastecimento do mercado, reduzindo o risco de impactos causados por eventuais choques climáticos, afirmou o estrategista da Kucrop Analytics, Lukas Kuemmerle.
Açúcar
Os vencimentos futuros do açúcar iniciaram a sessão operando com ganhos na Bolsa de Nova York, mas encerrou a dia com perda de 0,99% para o contrato com entrega para julho do açúcar para entrega em julho e ficou precificado em US$ 13,97 por libra-peso.
Segundo as informações do Barchart, a queda foi motivada por expectativas de uma safra recorde de açúcar no Brasil que tem limitando o potencial de alta no curto prazo. “Os preços do açúcar subiram inicialmente na segunda-feira, com os contratos em Nova York atingindo a maior cotação em duas semanas”, informou o Barchart.
As usinas devem destinar a maior produção para etanol nesta safra após os preços da gasolina subirem para a maior cotação em 3,75 anos. Diante desse cenário, a oferta de açúcar deve ficar mais restrita.
Suco de laranja
Os vencimentos futuros do suco de laranja fecharam em alta no início desta semana com ganhos na Bolsa de Nova York, em que o contrato para entrega em julho fechou cotado a US$ 1.635,00 por tonelada e registrou avanço 0,93%.
Algodão
Já os contratos futuros do algodão fecharam a sessão na Bolsa de Nova York com leve alta de 0,28% para o vencimento para julho e finalizou cotado a US$ 79,58 por libra-peso.
O mercado acompanha as expectativas o aumento de novos contratos em abertos para o produto, em que na semana que terminou em 21 de abril, houve um acréscimo de 17.639 contratos negociados. “Esse saldo líquido de posições compradas era de 34.464 contratos na semana anterior, o maior em quase dois anos”, informou o Barchart.
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