À CNN, Flávio ataca Dino: “Mais um militante jogando jogo combinado”

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À CNN, Flávio ataca Dino: “Mais um militante jogando jogo combinado”

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta sexta-feira (15), o ministro Flávio Dino após a decisão do magistrado de abrir uma investigação sigilosa para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares para projetos culturais, entre eles o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

À CNN Brasil, Flávio negou que recursos de emendas parlamentares tenham sido usados para financiar o longa e saiu em defesa do deputado federal Mário Frias (PL-RJ).

“Não teve. O Mário Frias, o que ele me disse é que já foi investigado e não teve nada equivocado. Não tem essa vinculação com o filme. Não tem nada de errado na verba parlamentar que ele destinou para essa instituição”, afirmou.

O senador também disse que os parlamentares envolvidos irão explicar a destinação dos recursos.

“Os deputados vão vir à tona e explicar com honestidade para onde foi esse dinheiro”, declarou.

Flávio também criticou Dino. Afirmou que o ministro não investiga emendas destinadas por parlamentares do PT, sigla do presidente Lula.

“Qual é o ministro? Flávio Dino, que até ontem era ministro do Lula. Mais um militante que tá aí jogando um jogo combinado para buscar coisa onde não tem. Por que não tem emenda do PT sendo investigada por ele?”, questionou.

A decisão de Dino foi tomada após denúncia enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal) pela deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). No documento, a deputada alegou que emendas parlamentares poderiam estar sendo usadas para marketing eleitoral e para financiar o filme sobre o ex-presidente.

Entre os parlamentares citados estão Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis, Marcos Pollon e Mário Frias.

O caso ganhou novos desdobramentos após o site Intercept Brasil divulgar mensagens e documentos indicando que Flávio Bolsonaro buscou cerca de R$ 130 milhões junto ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a produção.

Após negar inicialmente a informação, o senador admitiu ter procurado investimento privado para o projeto.

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta sexta-feira (15), o ministro Flávio Dino após a decisão do magistrado de abrir uma investigação sigilosa para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares para projetos culturais, entre eles o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

À CNN Brasil, Flávio negou que recursos de emendas parlamentares tenham sido usados para financiar o longa e saiu em defesa do deputado federal Mário Frias (PL-RJ).

“Não teve. O Mário Frias, o que ele me disse é que já foi investigado e não teve nada equivocado. Não tem essa vinculação com o filme. Não tem nada de errado na verba parlamentar que ele destinou para essa instituição”, afirmou.

O senador também disse que os parlamentares envolvidos irão explicar a destinação dos recursos.

“Os deputados vão vir à tona e explicar com honestidade para onde foi esse dinheiro”, declarou.

Flávio também criticou Dino. Afirmou que o ministro não investiga emendas destinadas por parlamentares do PT, sigla do presidente Lula.

“Qual é o ministro? Flávio Dino, que até ontem era ministro do Lula. Mais um militante que tá aí jogando um jogo combinado para buscar coisa onde não tem. Por que não tem emenda do PT sendo investigada por ele?”, questionou.

A decisão de Dino foi tomada após denúncia enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal) pela deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). No documento, a deputada alegou que emendas parlamentares poderiam estar sendo usadas para marketing eleitoral e para financiar o filme sobre o ex-presidente.

Entre os parlamentares citados estão Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis, Marcos Pollon e Mário Frias.

O caso ganhou novos desdobramentos após o site Intercept Brasil divulgar mensagens e documentos indicando que Flávio Bolsonaro buscou cerca de R$ 130 milhões junto ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar a produção.

Após negar inicialmente a informação, o senador admitiu ter procurado investimento privado para o projeto.

 

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