Zema chama STF de “casta dos intocáveis” ao defender impeachment de Moraes
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), classificou os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) como “casta dos intocáveis” ao declarar que os magistrados “se julgam acima da lei”.
A declaração foi dada nesta segunda-feira (6), em Brasília, quando o partido do chefe do Executivo mineiro anunciou mais um pedido de impeachment contra ministros da Suprema Corte.
“Se nós já tivemos dois presidentes da República afastados, na minha opinião, já passou da hora de o mesmo acontecer com ministros do STF. Isso é pelo bem do Brasil e das instituições”, afirmou citando Dias Toffoli e Alexandre de Moraes por supostas ligações com o escândalo do Banco Master.
“É uma Corte (o STF) que hoje não tem moral nenhuma para julgar nada. Não vejo Moraes, Toffoli, com moral nenhuma para dar nenhuma decisão. São pessoas que estão ocupando cargo e seu tempo com interesse pessoal. Não são servidores públicos”, completou.
Segundo Zema, os magistrados não são imunes ao erro. “É muito ruim. Nós temos um pequeno grupo que se julga intocável, capaz de fazer de tudo e ficar imune. Não é porque alguém julga que não pode ser julgado”.
A Partido Novo anunciou um conjunto de ações contra o ministro Alexandre de Moraes. Além do governador de Minas, participaram do anúncio parlamentares da sigla e o presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro. As medidas incluem mais um pedido de impeachment e uma notícia-crime que será enviada à PGR (Procuradoria-Geral da República).
As ações foram apresentadas após a divulgação de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que teria trocado mensagens com Moraes.
Em nota divulgada na sexta-feira (6), o ministro afirmou que os prints das mensagens encontrados no celular de Vorcaro estavam “vinculados a pastas de outras pessoas” na lista de contatos do banqueiro.
O pedido de afastamento de Moraes será o 47° apresentado contra Moraes.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) também anunciou o envio de uma representação ao Conselho de Ética do Senado contra o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), por suposto “engavetamento” de pedidos de impeachment contra ministros da Suprema Corte.
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), classificou os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) como “casta dos intocáveis” ao declarar que os magistrados “se julgam acima da lei”.
A declaração foi dada nesta segunda-feira (6), em Brasília, quando o partido do chefe do Executivo mineiro anunciou mais um pedido de impeachment contra ministros da Suprema Corte.
“Se nós já tivemos dois presidentes da República afastados, na minha opinião, já passou da hora de o mesmo acontecer com ministros do STF. Isso é pelo bem do Brasil e das instituições”, afirmou citando Dias Toffoli e Alexandre de Moraes por supostas ligações com o escândalo do Banco Master.
“É uma Corte (o STF) que hoje não tem moral nenhuma para julgar nada. Não vejo Moraes, Toffoli, com moral nenhuma para dar nenhuma decisão. São pessoas que estão ocupando cargo e seu tempo com interesse pessoal. Não são servidores públicos”, completou.
Segundo Zema, os magistrados não são imunes ao erro. “É muito ruim. Nós temos um pequeno grupo que se julga intocável, capaz de fazer de tudo e ficar imune. Não é porque alguém julga que não pode ser julgado”.
A Partido Novo anunciou um conjunto de ações contra o ministro Alexandre de Moraes. Além do governador de Minas, participaram do anúncio parlamentares da sigla e o presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro. As medidas incluem mais um pedido de impeachment e uma notícia-crime que será enviada à PGR (Procuradoria-Geral da República).
As ações foram apresentadas após a divulgação de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que teria trocado mensagens com Moraes.
Em nota divulgada na sexta-feira (6), o ministro afirmou que os prints das mensagens encontrados no celular de Vorcaro estavam “vinculados a pastas de outras pessoas” na lista de contatos do banqueiro.
O pedido de afastamento de Moraes será o 47° apresentado contra Moraes.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) também anunciou o envio de uma representação ao Conselho de Ética do Senado contra o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), por suposto “engavetamento” de pedidos de impeachment contra ministros da Suprema Corte.
