Petrobras quer retomar distribuição de combustíveis, mas trava vai até 2029
A Petrobras pretende voltar a atuar no mercado de distribuição de combustíveis, mas a retomada só poderá ocorrer a partir de meados de 2029 devido a uma cláusula de não concorrência (non-compete) firmada com a Vibra Energia, antiga BR Distribuidora. A informação foi dada pela presidente da companhia, Magda Chambriard em conversa com jornalistas.
Segundo a executiva, o retorno à atividade está previsto no Plano de Negócios 2026–2030 da estatal, que estabelece a busca por novas oportunidades no segmento de distribuição de combustíveis líquidos.
“A administração, no plano de negócios 2026-2030, definiu que a empresa deve buscar voltar à distribuição”, afirmou.
Apesar disso, Chambriard ressaltou que o acordo de non-compete firmado quando a Petrobras vendeu o controle da BR Distribuidora impede a empresa de atuar no setor antes de 2029.
“No caso da distribuição de líquidos, quando isso seria possível? Apenas a partir de meados de 2029. Portanto, qualquer coisa relativa à distribuição de combustíveis antes desse período é inócua”, disse.
A presidente da Petrobras também descartou a possibilidade de a companhia entrar na Raízen, empresa controlada pela Cosan, do empresário Rubens Ometto, e pela Shell, que atua tanto na produção de etanol quanto na distribuição de combustíveis.
Segundo Chambriard, como a Raízen reúne atividades de distribuição e biocombustíveis em seus ativos, qualquer movimento envolvendo a empresa esbarraria igualmente na cláusula de não concorrência com a Vibra.
A Petrobras pretende voltar a atuar no mercado de distribuição de combustíveis, mas a retomada só poderá ocorrer a partir de meados de 2029 devido a uma cláusula de não concorrência (non-compete) firmada com a Vibra Energia, antiga BR Distribuidora. A informação foi dada pela presidente da companhia, Magda Chambriard em conversa com jornalistas.
Segundo a executiva, o retorno à atividade está previsto no Plano de Negócios 2026–2030 da estatal, que estabelece a busca por novas oportunidades no segmento de distribuição de combustíveis líquidos.
“A administração, no plano de negócios 2026-2030, definiu que a empresa deve buscar voltar à distribuição”, afirmou.
Apesar disso, Chambriard ressaltou que o acordo de non-compete firmado quando a Petrobras vendeu o controle da BR Distribuidora impede a empresa de atuar no setor antes de 2029.
“No caso da distribuição de líquidos, quando isso seria possível? Apenas a partir de meados de 2029. Portanto, qualquer coisa relativa à distribuição de combustíveis antes desse período é inócua”, disse.
A presidente da Petrobras também descartou a possibilidade de a companhia entrar na Raízen, empresa controlada pela Cosan, do empresário Rubens Ometto, e pela Shell, que atua tanto na produção de etanol quanto na distribuição de combustíveis.
Segundo Chambriard, como a Raízen reúne atividades de distribuição e biocombustíveis em seus ativos, qualquer movimento envolvendo a empresa esbarraria igualmente na cláusula de não concorrência com a Vibra.
