Juristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela

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A demonstrator displays a sign with an image of U.S.-deposed Venezuelan President Nicolas Maduro during a march outside the National Assembly on the day Vice President Delcy Rodriguez was formally sworn in as Venezuela's interim president, as Maduro appeared in a New York court after the Trump administration removed him from power, in Caracas, Venezuela January 5, 2026. REUTERS/Maxwell Briceno

Foto : REUTERS/Maxwell Briceno/Proibida reprodução

Um grupo de juristas de diversos países protocolou uma comunicação formal ao Tribunal Penal Internacional pedindo a abertura de uma investigação preliminar sobre a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela. No início deste mês, forças militares norte-americanas invadiram a capital Caracas e sequestraram o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama, Cília Flores.

O documento afirma que foram cometidos crimes de agressão, de guerra e contra a humanidade, além de desaparecimentos forçados e tomada de reféns. A responsabilidade direta pelos atos é atribuída ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao secretário de Estado, Marco Rubio, e a altos funcionários civis e militares.

A ofensiva incluiu bombardeios aéreos, incursões terrestres e uso de tropas na capital Caracas. O governo venezuelano informou que 111 pessoas morreram, incluindo 32 agentes cubanos, responsáveis pela segurança pessoal do presidente.

texto também cita os ataques a embarcações civis em águas internacionais entre setembro e dezembro do ano passado, além de casos de pilhagem e apropriação ilegal de bens e recursos naturais da Venezuela.

Ao final, os juristas pedem que o Tribunal Penal Internacional adote medidas urgentes para preservar provas, identificar os responsáveis políticos e militares e manter as partes informadas sobre o andamento do processo. Para os autores do pedido, a intervenção do tribunal é necessária para evitar novos crimes e impedir uma eventual escalada do conflito na região.

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