Sem Estêvão, Chelsea registra pior sequência nos últimos 33 anos
A crise do Chelsea atingiu um novo patamar após a derrota por 3 a 1 para o Nottingham Forest em casa, nesta segunda-feira (4). O resultado marcou a sexta derrota seguida do clube londrino na liga, algo que não acontecia desde 1993.
A situação poderia ter sido ainda pior. Até o golaço de bicicleta de João Pedro, aos 48 minutos do segundo tempo, o time caminhava para seis derrotas consecutivas sem marcar gols, algo inédito nos 121 anos de história do clube.
Com os ex-campeões europeus despencando na tabela, o único alívio para os torcedores é que restam apenas três rodadas para o fim da temporada e não há risco de rebaixamento.
A fase é tão ruim que até os já rebaixados Burnley e Wolverhampton Wanderers apresentam desempenho menos negativo desde meados de março — veja a tabela atualizada.
Crise técnica e ausência de Estêvão
Sem criatividade no ataque, dominado no meio e frágil na defesa, o Chelsea de Calum McFarlane foi amplamente inferior ao rival durante a partida.
O técnico Vítor Pereira promoveu oito mudanças no Forest, que havia vencido o Aston Villa por 1 a 0 na semifinal da Liga Europa quatro dias antes, já pensando no jogo de volta.
A sorte também não esteve do lado dos donos da casa. O ponta Jesse Derry foi levado ao hospital por precaução após lesão na cabeça na estreia na liga, e o goleiro Robert Sánchez saiu após choque semelhante.
Além disso, Cole Palmer desperdiçou pênalti quando o placar marcava 2 a 0 para os visitantes. O time, vale lembrar, não contou com o brasileiro Estêvão nos últimos três jogos, graças a uma lesão muscular grave que pode tirá-lo da Copa do Mundo.
Protestos e investimento bilionário
Quando Taiwo Awoniyi marcou seu segundo gol e o terceiro do Forest aos 52 minutos, protestos ecoaram em Stamford Bridge contra o consórcio americano que controla o clube.
Desde a compra, o grupo investiu mais de 1 bilhão de libras em jogadores, cerca de R$ 6,3 bilhões na cotação atual. A expectativa era de retorno após o título do Mundial e da Conference League no último verão europeu.
O otimismo, porém, ruiu após a goleada por 5 a 2 sofrida diante do Paris Saint-Germain nas oitavas da Champions em 11 de março, sequência que culminou na demissão de Liam Rosenior, três meses após substituir Enzo Maresca.
Mesmo classificado para a final da FA Cup em 16 de maio contra o Manchester City, o clube pode terminar a liga na metade inferior da tabela.
Risco financeiro e críticas públicas
A equipe soma apenas cinco pontos a mais que o Leeds United, 14º colocado, e encara o Liverpool fora de casa na próxima rodada.
A possibilidade de ficar fora das competições europeias levanta dúvidas financeiras. No mês passado, o clube anunciou prejuízo anual antes de impostos de 262,4 milhões de libras, cerca de R$ 1,65 bilhão.
Os donos afirmaram que fariam um “processo de autorreflexão” ao demitir Rosenior, em resposta às críticas sobre a estratégia focada em jogadores jovens e inexperientes.
Para o ex-zagueiro Jamie Carragher, em entrevista à Sky Sports, o clube perdeu a conexão com sua torcida. “Eles parecem um clube quebrado neste momento”, afirmou.
Rodri critica calendário europeu: Ou paramos, ou não chego aos 32 anos
A crise do Chelsea atingiu um novo patamar após a derrota por 3 a 1 para o Nottingham Forest em casa, nesta segunda-feira (4). O resultado marcou a sexta derrota seguida do clube londrino na liga, algo que não acontecia desde 1993.
A situação poderia ter sido ainda pior. Até o golaço de bicicleta de João Pedro, aos 48 minutos do segundo tempo, o time caminhava para seis derrotas consecutivas sem marcar gols, algo inédito nos 121 anos de história do clube.
Com os ex-campeões europeus despencando na tabela, o único alívio para os torcedores é que restam apenas três rodadas para o fim da temporada e não há risco de rebaixamento.
A fase é tão ruim que até os já rebaixados Burnley e Wolverhampton Wanderers apresentam desempenho menos negativo desde meados de março — veja a tabela atualizada.
Crise técnica e ausência de Estêvão
Sem criatividade no ataque, dominado no meio e frágil na defesa, o Chelsea de Calum McFarlane foi amplamente inferior ao rival durante a partida.
O técnico Vítor Pereira promoveu oito mudanças no Forest, que havia vencido o Aston Villa por 1 a 0 na semifinal da Liga Europa quatro dias antes, já pensando no jogo de volta.
A sorte também não esteve do lado dos donos da casa. O ponta Jesse Derry foi levado ao hospital por precaução após lesão na cabeça na estreia na liga, e o goleiro Robert Sánchez saiu após choque semelhante.
Além disso, Cole Palmer desperdiçou pênalti quando o placar marcava 2 a 0 para os visitantes. O time, vale lembrar, não contou com o brasileiro Estêvão nos últimos três jogos, graças a uma lesão muscular grave que pode tirá-lo da Copa do Mundo.
Protestos e investimento bilionário
Quando Taiwo Awoniyi marcou seu segundo gol e o terceiro do Forest aos 52 minutos, protestos ecoaram em Stamford Bridge contra o consórcio americano que controla o clube.
Desde a compra, o grupo investiu mais de 1 bilhão de libras em jogadores, cerca de R$ 6,3 bilhões na cotação atual. A expectativa era de retorno após o título do Mundial e da Conference League no último verão europeu.
O otimismo, porém, ruiu após a goleada por 5 a 2 sofrida diante do Paris Saint-Germain nas oitavas da Champions em 11 de março, sequência que culminou na demissão de Liam Rosenior, três meses após substituir Enzo Maresca.
Mesmo classificado para a final da FA Cup em 16 de maio contra o Manchester City, o clube pode terminar a liga na metade inferior da tabela.
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A possibilidade de ficar fora das competições europeias levanta dúvidas financeiras. No mês passado, o clube anunciou prejuízo anual antes de impostos de 262,4 milhões de libras, cerca de R$ 1,65 bilhão.
Os donos afirmaram que fariam um “processo de autorreflexão” ao demitir Rosenior, em resposta às críticas sobre a estratégia focada em jogadores jovens e inexperientes.
Para o ex-zagueiro Jamie Carragher, em entrevista à Sky Sports, o clube perdeu a conexão com sua torcida. “Eles parecem um clube quebrado neste momento”, afirmou.
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