Ação contra esquema de álcool falso apreende 27 mil litros de etanol em SP

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Ação contra esquema de álcool falso apreende 27 mil litros de etanol em SP

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu 27 mil litros de etanol durante uma ação contra um esquema milionário de fabricação de álcool em gel e álcool 70% sem a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Na operação, que aconteceu na quarta-feira (18), um empresário foi preso, no bairro Cidade Dutra, na zona Sul da capital paulista.

Segundo a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo), o homem, de 51 anos, usava três empresas de fachada — também localizadas na zona sul de São Paulo — para falsificar os produtos em nome de outra companhia legalizada do ramo, com sede em Piracicaba, no interior paulista.

As empresas usadas para a fabricação irregular do álcool de uso doméstico funciovanam há 10 anos. O filho do indiciado e mais uma mulher, apontada como sócio-proprietária de uma das empresas, também são investigados.

De acordo com a polícia, a falsificação dos produtos envolvia a mistura de etanol, que também era estocado de forma irregular em um tanque subterrâneo de uma das empresas usadas pelo empresário. Assim, os suspeitos usavam o combustível para a produção do álcool líquido com menor variação de concentração.

Lawrence Luiz Ribeiro, delegado que acompanha as investigações, afirmou que os documentos apreendidos vão ser acessados “para saber a movimentação financeira do esquema”. No entanto, para ele, essa movimentação “é algo que ultrapassa milhões”.

Durante a ação, os agentes também cumpriram quatro mandados de busca e apreensão para investigar uma suposta participação das empresas de fachada na venda de metanol para a produção de bebidas alcoólicas que seriam vendidas em adegas da região.

Os policiais ainda chegaram a recolher seis celulares, um pen-drive, além de caixas, fitas adesivas, tampas e outros materiais usados para a falsificação dos produtos. Na ação, uma mulher também foi detida com uma arma de fogo e moedas estrangeiras sem procedência, mas foi liberada depois de pagar fiança.

O caso ainda é investigado e foi registrado como falsificação de produtos medicinais, além de ser apurado como crimes ambientais, contra a ordem econômica e ao sistema de combustíveis.

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu 27 mil litros de etanol durante uma ação contra um esquema milionário de fabricação de álcool em gel e álcool 70% sem a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Na operação, que aconteceu na quarta-feira (18), um empresário foi preso, no bairro Cidade Dutra, na zona Sul da capital paulista.

Segundo a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo), o homem, de 51 anos, usava três empresas de fachada — também localizadas na zona sul de São Paulo — para falsificar os produtos em nome de outra companhia legalizada do ramo, com sede em Piracicaba, no interior paulista.

As empresas usadas para a fabricação irregular do álcool de uso doméstico funciovanam há 10 anos. O filho do indiciado e mais uma mulher, apontada como sócio-proprietária de uma das empresas, também são investigados.

De acordo com a polícia, a falsificação dos produtos envolvia a mistura de etanol, que também era estocado de forma irregular em um tanque subterrâneo de uma das empresas usadas pelo empresário. Assim, os suspeitos usavam o combustível para a produção do álcool líquido com menor variação de concentração.

Lawrence Luiz Ribeiro, delegado que acompanha as investigações, afirmou que os documentos apreendidos vão ser acessados “para saber a movimentação financeira do esquema”. No entanto, para ele, essa movimentação “é algo que ultrapassa milhões”.

Durante a ação, os agentes também cumpriram quatro mandados de busca e apreensão para investigar uma suposta participação das empresas de fachada na venda de metanol para a produção de bebidas alcoólicas que seriam vendidas em adegas da região.

Os policiais ainda chegaram a recolher seis celulares, um pen-drive, além de caixas, fitas adesivas, tampas e outros materiais usados para a falsificação dos produtos. Na ação, uma mulher também foi detida com uma arma de fogo e moedas estrangeiras sem procedência, mas foi liberada depois de pagar fiança.

O caso ainda é investigado e foi registrado como falsificação de produtos medicinais, além de ser apurado como crimes ambientais, contra a ordem econômica e ao sistema de combustíveis.

 

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