Guerra com Irã: bloqueio logístico pode afetar exportações, diz governo

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Guerra com Irã: bloqueio logístico pode afetar exportações, diz governo

 

A guerra dos Estados Unidos e de Israel com o Irã pode afetar o embarque de comodities alimentícias para o Oriente Médio, segundo o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).

Os técnicos da pasta avaliam que à medida em que há bloqueios logísticos, isso pode afetar as exportações para a região.

A pasta explica que o Oriente Médio é um grande consumidor de alimentos do Brasil, principalmente de carne de aves e bovina, milho, soja e açúcar.

Dessa forma, caso o conflito se perpetue por um período mais duradouro, o embarque e a exportação de grãos podem ser afetados.

Segundo o Ministério, o Oriente Médio representa apenas 4,2% das exportações totais do Brasil, mas é o principal destino de commodities relevantes do país.

Com base nos dados de 2025, por exemplo, os envios de milho para a região representaram 32% do total enviado para o mundo.

No caso da carne de aves, as exportações para o Oriente Médio representaram 30% do total.

Nas exportações de açúcar e carne bovina, os envios para a região representaram 17% e 7%, respectivamente, do total exportado.

Entretanto, apesar da possibilidade de um impacto, ele pode ser momentâneo pois não há muita elasticidade na demanda desses produtos, já que são de consumo essencial.

Além disso, a tendência é de quando o fluxo via Ormuz for retomado, os embarques represados devem se normalizar.

Petróleo, café e aeronaves: veja itens mais exportados pelo Brasil aos EUA

 

A guerra dos Estados Unidos e de Israel com o Irã pode afetar o embarque de comodities alimentícias para o Oriente Médio, segundo o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).

Os técnicos da pasta avaliam que à medida em que há bloqueios logísticos, isso pode afetar as exportações para a região.

A pasta explica que o Oriente Médio é um grande consumidor de alimentos do Brasil, principalmente de carne de aves e bovina, milho, soja e açúcar.

Dessa forma, caso o conflito se perpetue por um período mais duradouro, o embarque e a exportação de grãos podem ser afetados.

Segundo o Ministério, o Oriente Médio representa apenas 4,2% das exportações totais do Brasil, mas é o principal destino de commodities relevantes do país.

Com base nos dados de 2025, por exemplo, os envios de milho para a região representaram 32% do total enviado para o mundo.

No caso da carne de aves, as exportações para o Oriente Médio representaram 30% do total.

Nas exportações de açúcar e carne bovina, os envios para a região representaram 17% e 7%, respectivamente, do total exportado.

Entretanto, apesar da possibilidade de um impacto, ele pode ser momentâneo pois não há muita elasticidade na demanda desses produtos, já que são de consumo essencial.

Além disso, a tendência é de quando o fluxo via Ormuz for retomado, os embarques represados devem se normalizar.

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